Kaká pede informações sobre “Consultório na Rua”

Kaká pede informações sobre “Consultório na Rua”

O vereador Kaká (PSDB) quer informações da Prefeitura de Franca sobre o programa “Consultório na Rua”, trabalho preventivo realizado pela Secretaria Municipal de Saúde do município que prioriza o atendimento a pessoas em situação de rua.

O programa recebeu, em 2017, de janeiro a dezembro, investimentos do Fundo Nacional de Saúde, vinculado ao Ministério da Saúde, de R$ 422,4 mil para custeio dos atendimentos. 

Kaká destacou que são valores relevantes e que a parceria entre União e Prefeitura resulta em um relevante serviço humanitário e de saúde pública. “É um trabalho fantástico, que valoriza o preventivo e evita gastos do SUS com a resolução de problemas de saúde, da população de rua, que podem ser resolvidos na Atenção Básica”, disse o vereador.

Mas o parlamentar disse que os atendimentos poderiam ter ido além no ano passado. Isto porque o valor orçado pelo município para o “Consultório na Rua”, no período, era de R$ 622,4 mil. “Deixamos de receber um terço do valor estimado no orçamento municipal. É fundamental sabermos por qual razão não foi recebido o valor total”, disse.

Kaká ressaltou a importância dada ao projeto pelo secretário de Saúde de Franca, o médico Rodolfo Moraes, em audiência pública na Câmara Municipal. “Concordo com o secretário. É um projeto importante e precisa trabalhar com o máximo de sua capacidade operacional. No que couber ao Legislativo, estamos à disposição para ajudar”, concluiu o parlamentar.

O programa

A estratégia Consultório na Rua foi instituída pela Política Nacional de Atenção Básica, em 2011, e visa ampliar o acesso da população em situação de rua aos serviços de saúde, ofertando, de maneira mais oportuna, atenção integral à saúde para esse grupo populacional, o qual se encontra em condições de vulnerabilidade e com os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados. 

Trabalham no Consultório na Rua equipes multiprofissionais que desenvolvem ações integrais de saúde frente às necessidades dessa população. Elas devem realizar suas atividades de forma itinerante e, quando necessário, desenvolver ações em parceria com as equipes das Unidades Básicas de Saúde do território.